quinta-feira, 23 de agosto de 2018

COMUNHÃO - Você consegue!!!


“Se teu irmão pecar contra ti, vai argui-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus. Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles. Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” (Mateus 18.15-22)

O homem é um ser social e não pode viver isoladamente.
Como verificamos no texto da Palavra de Deus que transcrevemos acima, é necessário nos reconciliarmos com nossos irmãos, Porém, mais importante do que nos reconciliarmos é evitarmos que haja o rompimento das relações amigáveis entre os membros de uma família, comunidade, igreja, trabalho, escola, etc.
Este texto é maravilhoso, mas gostaríamos de comentar não sobre a reconciliação, mas sobre a comunhão, pois a partir do momento em que houver realmente comunhão em nossas vidas não haverá rompimento de relações e assim não precisaremos nos reconciliar com o nosso irmão.

Somos chamados a viver em comunhão


“Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor. Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer.” (I Co 1.9,10)Comunhão com o nosso irmão.
Vivemos um período impar na história da humanidade: nunca estivemos tão próximos e ao mesmo tempo tão distantes uns dos outros.
A globalização interligou os povos e hoje tomamos conhecimento do que acontece em uma parte do planeta quase que imediatamente. Infelizmente até mesmo algumas guerras puderam ser presenciadas nas telas de nossos televisores, computadores e smartphones.
A internet tem sido um veículo fantástico para essa aproximação entre as pessoas.
Não são poucos os que, utilizando-se dessa ferramenta, localizaram amigos que há tanto tempo não viam e puderam restabelecer a velha amizade perdida muitas vezes em razão da distancia que os separavam, e muito embora nem sempre o contato seja pessoal, já dá para matar a saudades virtualmente, através do Facebook, Whatsapp, Skype . Sem dúvida esse foi um grande avanço tecnológico.
Mas ao mesmo tempo em que o homem alcançou toda essa tecnologia, tornou-se também mais egoísta e mais fechado em si mesmo.
Os diálogos familiares são cada vez mais esporádicos e não são poucos os pais que “nem vêem o crescimento de seus filhos”, ou mesmo filhos que não presenciam o envelhecimento de seus pais.
Quantos de nós nos sentimos estranhos em nossos próprios lares.
As conversas ao redor das mesas de refeições deram lugar para os bate-papos virtuais com os amigos e a convivência doméstica perdeu seu elo principal: a comunhão entre seus membros.
Todos nós necessitamos trocar experiências e principalmente amor.
Amor. Talvez essa seja a palavra mais vulgarizada nos dias de hoje. O sentimento puro que ele representa perdeu-se nas noites do tempo. Apesar de muitos até dizerem que se amam isso em muitos casos não passa de expressar palavras sem analisar seu sentido. É como se saísse automaticamente dos lábios de quem as profere.
O mesmo que diz amar o seu semelhante é capaz de, num ataque repentino de ciúme, matá-lo em nome de um amor que na verdade deve ser traduzido por ego ferido.
Disse João: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Ora, temos, da parte dele, este mandamento: que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão.” (I João 4.20,21).
Somos chamados por Deus a vivermos em comunhão com Ele e se assim o desejamos é necessário que aprendamos a ter comunhão também como nosso próximo.

Cristo deixa impressão em nossa vida

“Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus.” (Atos 4.13)
Não é a cultura acadêmica que adquirimos ao longo dos anos que determina o quão estreita é a nossa comunhão com Cristo e sim a impressão que Ele deixa em nossas vidas.
Pedro e João eram homens iletrados, mas a maneira como se comportavam era um sinal evidente de que eles haviam, de fato, andado com Jesus.

Que impressão Cristo tem deixado em nossas vidas?

Quando as pessoas olham para nós vêem a figura de Cristo espelhada em nossas atitudes ou simplesmente passamos despercebidos de todos? Somos como crentes “agentes secretos” que precisam ocultar sua verdadeira identidade para se misturarem na multidão?
Quando vemos nosso semelhante abandonado por todos, olhamos para ele com olhar de amor e desejo de ajudar e procuramos exteriorizar esse desejo, ou simplesmente passamos para o outro lado da rua e procuramos disfarçar como se ele não existisse?
A impressão que devemos deixar à nossa volta de que de fato andamos com Jesus não é exteriorizada através de roupas e costumes e doutrinas humanas ou demonstrações de beatitude como faziam os fariseus da época de Jesus, mas através de uma vida compromissada com a Verdade da Palavra de Deus e com o amor ao nosso próximo, e uma forma de demonstrar esse amor é testemunhando de Cristo.

O testemunho ajuda na comunhão


“O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada), o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo.” (I João 1.1-3)
Temos testemunhado do amor de Deus na pessoa de Jesus Cristo ou simplesmente “oramos” para que o Senhor envie alguém, não a nós mesmos, para pregar as boas novas aos nossos semelhantes, esquecendo de que o mais próximo de nosso próximo somos nós mesmos?
Quanto mais falamos a respeito de Cristo e de nossas experiências com Ele, mais desejamos a Sua presença e isso se reflete na nossa vida diária e através de nosso exemplo outras vidas também poderão ser alcançadas.
Devemos testemunhar sempre de Cristo, em qualquer oportunidade, lembrando sempre da “urgência da mensagem”, ou seja, a pessoa a quem você irá falar do amor de Jesus poderá morrer a qualquer momento e o que será dela se não reconhecê-lO como Salvador pessoal de sua alma? Pense nisso antes de perder uma oportunidade de falar do amor e da Salvação que há em Jesus Cristo.

Se procurarmos ter uma vida de comunhão com nossos irmãos, compreendendo suas dificuldades e também entendendo nossas limitações estaremos dando um grande passo para que a vida à nossa volta seja cada dia melhor, e lembre-se de que, muito embora você se ache incapaz de mudar o mundo, você pode começar mudando a si mesmo e dessa forma começará a construir um mundo melhor à sua volta e isso poderá contagiar outros a fazerem o mesmo.
Que o amor de Jesus que nunca nos faltou continue nos alcançando e nos ajude a termos um compromisso de amor para com nossos irmãos.
Que a nossa comunhão possa mostrar ao mundo que espelhamos o amor e a comunhão que dEle recebemos.
A.Carlos

SUPERANDO A TENTAÇÃO E O PESO DO PECADO


“Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo diabo.... Passadas que foram as tentações de toda sorte, apartou-se dele o diabo, até momento oportuno.” (Lucas 4.1-13)

Após a queda do homem e da mulher, Deus, que é sempre misericordioso dá a ela (Eva) a certeza de que um dia haveria possibilidade para salvação e livramento e diz à serpente (diabo): porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça e tu lhe feriras o calcanhar (Gênesis 3.15).
A Terra já não é mais a cópia do paraíso. A maldade e o pecado se instalaram no coração do homem e acontece o primeiro assassinato, Caim mata a seu irmão Abel.
Em cumprimento à promessa feita à mulher, Deus começou a colocar em prática o Seu plano para resgatar o homem.
Deus chamou muitos homens até chegar em Noé e depois em Abraão para dele e de sua  descendência fazer uma grande nação. Este povo fica cativo por 400 anos e Deus levanta um libertador, um homem com falhas como todo ser humano, mas um grande líder, que os conduziria à terra prometida.
O povo conquista a terra e o seu coração se ensoberbece; fica rebelde e Deus levantou juízes para julgar o povo segundo a Sua vontade, mas o povo desejava ser como as outras nações e queriam para si o governo de um rei humano e não Divino. Queriam alguém de carne e ossos que falasse a eles, face a face, o que não acontecia através de Deus. Achavam que ele tinha que ser forte, como os reis vizinhos e Deus que sempre respeita a liberdade de escolha, o concede. Esse rei (Saul) faz um monte de besteiras e por fim, resolve oferecer sacrifícios no lugar do sacerdote e Deus levanta um outro rei, esse sim, segundo o seu coração. Davi é consagrado e ungido pelo profeta Samuel. Apronta muitas coisas também, pois também não nera perfeito, mas sempre acaba se arrependendo e Deus faz-lhe a promessa de que nunca faltaria descendente de Davi que se assentasse no trono de Israel. Davi morre e seus filhos começam a reinar; o reino se divide e vem um novo cativeiro e novo livramento.
Deus vai tratando e cuidando daquele povo até que, no dizer do apóstolo Paulo em Gálatas 4.4: “vindo, porém, a plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos.”João 3.16 diz: “ Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Jesus vem ao mundo e quando criança foi levado ao Templo. Simão diz a Maria, sua mãe, que o seu filho estava destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos em Israel e para ser alvo de contradição.
Jesus cresce e nessa época João Batista estava pregando a vinda do reino de Deus chamando todos ao arrependimento. Jesus vai até ele para ser batizado e tão logo é batizado fica cheio do Espírito Santo. Depois disso o mesmo Espírito o leva ao deserto para ser tentado.
Por que? 
Para que? 
Por que Jesus precisou passar por tantas provas antes de iniciar o seu ministério? Para que Ele, como homem, pudesse suportar o que os outros homens não estavam conseguindo e para nos mostrar que por maiores que sejam as nossas tentações temos condições de superá-las.
Sempre que a Bíblia fala em deserto, fala em aprendizado com Deus.
Deserto é um local de experiências com Deus, porque ali somos totalmente dependentes da graça e da misericórdia dEle. Local de solidão, aonde nos defrontamos com nós mesmos.
O diabo tenta por várias maneiras fazer com que Jesus se coloque na posição de Deus, embora soubesse que Ele era o Filho de Deus.
Jesus teve fome e o diabo queria que ao invés de conseguir seu alimento de forma normal, Ele transformasse pedras em pão; tentou dar a Ele glória humana e poder temporal, mas Jesus o combate sempre com a Palavra de Deus. Quando o diabo dizia: “está escrito”, Jesus replicava: “também está escrito” E diz o verso 13 que passadas que foram as tentações de toda sorte, apartou-se dele o diabo até momento oportuno.
O que significa “até momento oportuno”? Quer dizer que sempre que dermos brecha ou oportunidade ao diabo estaremos sujeitos a cair em tentação.
Mas muitos podem estar pensando: “Tudo isso nós sabemos: que Jesus é Deus, que deixou a Sua glória, que foi tentado e resistindo completou a missão que o Pai lhe confiou, mas o que é que tudo isso representa para nossas vidas?”Tiago 4.7 diz “sujeitai-vos, portanto a Deus, mas resisti ao diabo e ele fugirá de vós”.
Existem momentos em que nos sentimos tão sozinhos que é como se estivéssemos em um deserto. Olhamos para frente e para os lados e não vemos nenhuma perspectiva de melhora. Nos sentimos abandonados e ao invés de buscarmos a presença de Deus, damos oportunidade para que o diabo coloque “minhocas” em nossa cabeça. Começamos a nos sentir perseguidos por todos. Achamos que não temos capacidade para fazer nada.
Nesse momento o diabo começa a nos oferecer o seu prato de “lentilhas”.
Trocamos as bênçãos de Deus pelas coisas passageiras desse mundo.
Começamos a andar na contramão da vontade de Deus, passamos a querer conquistar a tudo e a todos que nos cercam.
Passamos a entender que aquilo que há algum tempo parecia errado agora não é tão errado assim.
O comerciante que está passando por dificuldades financeiras diz que não vai mais pagar impostos porque o governo é ladrão... O trabalhador não se dedica totalmente à sua empresa porque acha que o seu salário é uma “porcaria” e que já está fazendo demais por aquilo que recebe... Na igreja, só nós estamos certos e todos os irmãos, inclusive a liderança estão errados...
Sem perceber acabamos nos tornando pessoas arrogantes e vaidosas, achamos que somos os mais espirituais, que o Espírito Santo é apenas um detalhe em nossa vida, entendemos que é necessário ter poder para “colocar as coisas no seu devido lugar”.
Precisamos aprender com Jesus, que sendo Deus, não usurpou o ser igual a Deus, sempre se colocou em submissão ao Pai e em nenhum momento tentou se engrandecer diante de Satanás mostrando a ele que era superior, ao contrário: usou a autoridade da Palavra de Deus.
Com certeza, muitos de nós naquela situação diríamos: “Eu sou DEUS, que você está pensando? Sabe com quem está falando?
Como podemos perceber que estamos sendo tentados?
Sempre que nos confrontarmos com a Palavra de Deus. Se o que estamos fazendo não é permitido pela Palavra, estamos em erro, e o erro não vem de Deus.
Por essa razão precisamos conhecer a Palavra: a Bíblia. Vivê-la no nosso dia a dia, conhecendo a vontade de Deus para nossas vidas.
A melhor maneira de resistir ao diabo é estar debaixo da vontade de Deus.
Mas, e se eu não conseguir resistir?
João em sua primeira carta capítulo 2, versos 1 e 2 diz: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.”
Por essa razão quando você se sentir sem forças e estiver a ponto de sucumbir diante das tentações busque a presença de Deus, ore, jejue, arrependa-se, tenha humildade e reconheça a soberania de Deus.
Hoje em dia prega-se algo muito perigoso, chamado dualismo, que vem a ser a teoria de que existem duas forças, uma do bem e outra do mal, e que uma delas jamais destruirá a outra, de tal forma que sempre existirão.
Trocando em miúdos significa que o diabo tem o mesmo poder que Deus e que um não consegue, nem nunca conseguirá destruir o outro, é por essa razão que se dá tanta ênfase ao diabo em nossos dias.
O diabo já está condenado e sabe que está com os seus dias contados, por essa razão nos odeia e tenta nos destruir, mas diz a Palavra de Deus em I João 3.8b: “... Para isso se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.”Por isso resista ao diabo e ele fugirá de vós como nos ensinou Tiago.
Muitos não creem nas coisas que escrevemos e que a Palavra de Deus nos mostra como Verdades Eternas, mas basta olhar para os acontecimentos atuais para constatarmos a veracidade das Escrituras Sagradas.
Assim como Jesus, depois de dar ordens aos Seus discípulos foi elevado aos céus, voltará num dia e hora que ninguém sabe, para cumprir a Sua promessa de que retornaria para levar aqueles que cressem na mensagem que Ele deixou e principalmente no sacrifício a que se entregou por amor de cada um de nós, para vivermos com Ele por toda a eternidade em um local onde não haverá mais tentações, quedas, lágrimas, sofrimentos, desavenças, invejas e demais imperfeições com as quais esbarramos todos os dias nesse mundo.

Se você faz parte daqueles que pensam dessa maneira, eu quero convidá-lo a olhar para dentro de si mesmo, faça uma breve reflexão sobre os acontecimentos mundiais e veja se o mundo está melhorando, se as pessoas estão sendo mais solidárias, se o amor tem alcançado as pessoas de diferentes classes sociais ou se ao invés disso, apesar de todo avanço tecnológico, não estamos vivendo como nos tempos da idade média, onde as mulheres eram apenas objeto de uso para seus maridos, onde as crianças não eram respeitadas e onde valia mais o poder da força do que o do amor.

Se você que está lendo essa reflexão ainda não entregou a sua vida nas mãos de Jesus eu quero lhe fazer um convite.
Entregue o seu coração a Jesus e deixe que ele cuide de você e dirija seus passos.
Confie nEle. Ele é Fiel para cumprir Sua Palavra. Nele podemos confiar sempre, pois Ele se entregou para morrer naquela cruz pelos nossos pecados, para que você e eu tivéssemos, ao reconhecer esse ato de tão grande amor, a oportunidade de vermos os nossos pecados perdoados e o direito de vivemos em intimidade eterna em Sua companhia.

                  Faça essa oração comigo e creia que Ele cuidará de você e dos seus.
Senhor Jesus, eu creio de todo o meu coração, que és o Filho de Deus, que veio a esse mundo e foi morto na Cruz do Calvário para resgatar os meus pecados. Eu reconheço que sou pecador e peço perdão a Ti pelos meus pecados. Senhor Jesus eu o reconheço como meu Salvador pessoal e quero morar nos céus com o Senhor. Toma conta de mim, dirige os meus passos e me batiza com o Espírito Santo para que eu possa testemunhar desse teu amor por mim. Eu te agradeço por me receber e me dar o direito de ser chamado filho de Deus. Amém

Se você fez essa oração eu o convido a procurar uma Igreja Evangélica e começar a conhecer o que Deus tem para você. Estude sempre a Palavra de Deus, a Bíblia. Nela você encontrará tudo o que você necessita para ter uma vida vitoriosa com Cristo.
Que Deus o abençoe ricamente.
A.Carlos

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

PERDOA SEMPRE


“Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes.” (Lucas 23.34).
Por onde passava, as multidões O buscavam para estarem com Ele, ouvirem seus ensinamentos e se admirarem com as maravilhas que Deus operava por Seu intermédio.
Foram três anos e meio que a humanidade nunca mais esqueceu.
Uns o amavam e não queriam se distanciar de sua presença, outros, ao contrário, o odiavam e queriam matá-lo a qualquer preço. Realmente, Ele nunca foi unanimidade.
Os pobres, os coxos, os aleijados, as prostitutas e os pecadores simplesmente queriam estar com ele, não importando o local ou ainda se tinham ou não alimento para se manterem ouvindo suas palavras e sendo amados por Ele. Em contrapartida, os poderosos, os religiosos e os principais da sociedade não queriam estar nem um minuto ao seu lado, pois lhes parecia que suas palavras e atitudes constantemente os condenavam.
Jesus viveu esse paradoxo. Amor e ódio sempre estiveram presentes ao longo de sua curta, mas expressiva vida entre nós.
Quando foi preso e caminhava para ser crucificado, talvez muitos daqueles que antes queriam estar com ele, agora lhe davam as costas. Seus discípulos se foram assim como as multidões que foram alimentadas e curadas por Ele. Pedro, o futuro pescador de almas, por três vezes o negara, com receio de ser condenado juntamente com ele.
Naquele percurso até o Gólgota ele pode sentir todo o ódio e o desprezo que seus irmãos lhe devotavam e, sem nenhum tipo de misericórdia, pregaram suas mãos e pés no madeiro e o levantaram para que morresse como um malfeitor.
Seu crime? Amou ao mundo de tal maneira que aceitou se entregar para morrer pelos pecados de todos aqueles que não apenas o condenaram, mas abandonando-o escarneciam e cuspiam-lhe no rosto.
Aos olhos de muitos de nós, Ele tinha todo o direito de desejar a morte daqueles que o ofendiam. Bastava pedir ao Pai e Ele exterminaria a todos, mas ao contrário das expectativas daqueles que presenciavam aquele triste momento, Ele levantou os olhos aos céus e pediu ao Pai para que os perdoasse porque eles não sabiam o que estavam fazendo.
Olhando para Jesus naquele momento, muitos de nós podemos nos identificar com aqueles que o crucificavam e perguntar a nós mesmos que fim merecemos quando tratamos com ódio e indiferença aos nossos irmãos, quer eles pensem ou não como nós, quer professem ou não a mesma fé que professamos. Que sentença gostaríamos de receber por parte de nossos semelhantes:a morte ou o perdão?
Hoje em dia o que mais se ouve nos lábios dos seres humanos espalhados por toda a face da Terra é o grito de agonia e o clamor por justiça. Não a justiça Divina, que diz que devemos descansar em Deus e confiar que Ele fará o que deve ser feito em relação ao problema ou aos envolvidos, mas a nossa própria justiça que visa sempre o nosso bem estar. Ainda somos muito falhos em diversas áreas de nossas vidas e por essa razão, não raras vezes, legislamos em causa própria.
Jesus nos ensinou naquele momento de dor e abandono que devemos procurar de todas as formas os meios e as razões para perdoar aqueles que nos ofendem e oprimem. Não importa o conceito que o mundo tem acerca de como se praticar a justiça. As leis humanas são elaboradas por seres humanos e por essa razão sujeitas a falhas muitas vezes difíceis de serem corrigidas e longe de serem consideradas justas. O amor estanca o ódio. O ódio é semelhante a uma flor que necessita ser regada regularmente para crescer. Se a deixarmos sem água ela perece e para nada serve.
Alguns podem não acreditar e continuam espalhando ódio e sentimentos de vingança por onde passam, mas nós que somos os mensageiros da paz e da misericórdia que há em Jesus Cristo, não podemos agir assim e por essa razão faz toda a diferença no mundo em que vivemos. Busquemos ao Senhor e peçamos forças e entendimento para espelharmos o perdão e o amor por onde quer que passemos.
Disse João em sua primeira Carta: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado. Nisto conhecemos que permanecemos nele, e ele, em nós: em que nos deu do seu Espírito.” (1 Jo 4.8-13).
Quem ama, perdoa e auxilia no crescimento do próximo, fazendo com que as relações humanas se aproximem cada vez mais do modelo proposto pelo Senhor.
Sempre juntos em Jesus.
A.Carlos


domingo, 19 de agosto de 2018

Escolhas Equivocadas?


Ao longo da vida fazemos escolhas que, apesar de inicialmente terem sido feitas para um fim proveitoso, acabaram se transformando em tormentos que resultaram em conflitos interiores, desentendimentos e separação daqueles que nos rodeiam e não poucas vezes até mesmo de nossos familiares.
Provérbios 14.12 nos ensina que “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.”
A não ser que alguém seja completamente destituído da razão, as escolhas que fazemos visam sempre um fim produtivo, uma sensação de bem-estar, uma realização pessoal ou coletiva, senão para os outros, pelo menos para com aquele que deliberou colocá-las em prática na sua vida.
Apesar de fazermos escolhas erradas, não devemos nos sentir abandonados por Deus, porque quando isso ocorre em nossos corações, ao invés de tentarmos melhorar e voltar ao caminho do qual nos desviamos, acabamos nos afundando ainda mais nos erros cometidos, simplesmente porque não nos permitimos à possibilidade do arrependimento.
O Salmista Davi nos ensina que “Um abismo chama outro abismo,...” (Salmos 42.7a), por essa razão não devemos nos entregar ao desânimo nem à prostração, atitudes muito comuns nos momentos em que nos sentimos fracos e desamparados por Deus.
Procuremos encontrar um ponto de equilíbrio em toda essa situação adversa, que a principio pode até parecer irrevogável e iniciemos a nossa caminhada rumo à transformação necessária para nos reequilibramos psicológica e espiritualmente.
Esse recomeço parecerá difícil e com certeza não será nada fácil. Desde que a intenção seja sincera e nos conduza ao arrependimento exigido pela nossa própria consciência, que nos mostra a necessidade da mudança, o resultado feliz ou infeliz dependerá única e exclusivamente de nós mesmos.
Quando nos dispomos a buscar a Deus (e podemos incluir aqui o desejo sincero do arrependimento) estaremos sujeitos a dificuldades, lutas e indiferenças, mas isso de forma alguma deve nos desanimar, ao contrário: deve nos impulsionar a olhar para o resultado final de nossas tribulações: nosso reequilíbrio.
Os benefícios alcançados serão imensos, pois estas conquistas pessoais não serão temporais, mas eternas, porque estarão vinculadas a um projeto maior: a busca incessante da reforma íntima, como forma de agradar e servir a Deus e à nossa própria evolução espiritual.
Uma das maneiras de se promover essa reforma íntima passa invariavelmente pelas portas do arrependimento, muitas vezes confundido com sacrifícios físicos ou isolamento. Não! Arrependimento não é nem um nem outro. Sacrifícios físicos podem até satisfazer à carne, mas não atuam no espírito; isolamento pessoal, pode até produzir um sentimento de conquista de valores espirituais, mas, invariavelmente se perdem quando aquele que se isolou retorna ao convívio da sociedade.
Quando estava isolado, não havia nada que pudesse contrariá-lo ou confrontá-lo. Agora, em contato com os demais, ele poderá pensar que é espiritual demais para conviver com eles e pensando assim estará incorrendo em grave erro, porque a soberba estará se instalando onde deveria haver humildade.  Pelo fato de ter passado pelas misérias humanas e ter sido alcançado pela graça Divina, deveria compreender mais as fraquezas e deslizes do próximo, procurando assim, auxiliá-lo a também sair do estado de engano em que se encontra.
Arrependimento! Palavra difícil não apenas de pronunciar, mas principalmente de colocá-la em prática; difícil porque gera atitudes que muitas vezes não queremos demonstrar, tais como: remorso, compunção, contrição, pesar...
O arrependimento busca lugar em corações que estejam dispostos à mudança e esta deve ser seguida de algumas atitudes que mostrem que ele está em movimento naqueles que o buscam.
Um coração arrependido projeta para o futuro, mas atua no presente; no aqui e no agora!
Estamos vivendo um período perigoso, onde muitos fazem escolhas que podem marcar suas vidas para sempre. Alguns nem conseguem se arrepender dos maus caminhos a que se entregaram, porque, infelizmente, desprovidos da razão, acabam perdendo suas vidas em razão dos excessos em que se deleitam.
No Brasil, por exemplo, durante o período das “comemorações” do carnaval, muitas pessoas liberam fantasias que ficaram encubadas durante todo o ano, esperando apenas uma oportunidade para serem colocadas em prática. Talvez seja o período onde ocorra a maioria dos suicídios, das gestações indesejadas, das overdoses de drogas licitas ou ilícitas, dos homicídios e toda sorte de perversão sexual a que se entregam jovens, adultos e não poucos idosos, que estafados de suas vidas “tranquilas”, buscam um pouco de agitação, pensando que agindo assim poderão trazer de volta os anos  de juventude que se foram.
Se as escolhas que você fez estão te amargurando e fazendo com que você se sinta infeliz e sem forças para reagir, não se desespere; encontre um espaço em seu coração e na sua agenda pessoal para buscar a Deus. Coloque diante dEle as suas necessidades e creia que Ele pode alterar de tal forma o rumo da sua vida que onde todos viam sequidão, rancor, tristeza e sofrimentos sem medida, possam ver em você uma pessoa que glorifique a Deus, alguém disposto a amar, independentemente da ligação afetiva que as pessoas tenham com você, uma pessoa cheia de alegria e de prazer pela vida.
Lembre-se que é sempre melhor evitar a aparência do mal, do que se entregar às suas práticas e necessitar se arrepender depois; mas se, infelizmente você não conseguir se controlar o suficiente, não cometa deslizes ainda maiores.
Você não está sozinho. Jesus estará sempre com os braços abertos aguardando o seu retorno ou seu encontro pessoal com Ele, caso você deseje mudar o rumo da sua vida...
Se você está cansado das escolhas equivocadas que fez até hoje e deseja uma vida plena e feliz, busque o consolo que só Jesus pode dar e saiba que você nunca estará sozinho quando O buscar.


Escolhas equivocadas podem ser alteradas, quando optamos pela melhor: retornar para os braços de Deus amoroso que nos criou!
Jesus disse que veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lc 19.10) e por essa razão Ele se preocupa com você e com tudo que te cerca

(Texto extraído do livro "Na Dimensão do Espírito"- Autoria: Antonio Carlos da Cunha).

Se você deseja mudar o rumo da sua vida... eu quero lhe fazer um convite:

Entregue o seu coração a Jesus e deixe que ele cuide de você e dirija seus passos. Confie nEle. Ele é Fiel para cumprir Sua Palavra. NEle podemos confiar sempre, pois Ele se entregou para morrer naquela cruz pelos nossos pecados, para que você e eu tivéssemos, ao reconhecer esse ato de tão grande amor, a oportunidade de vermos os nossos pecados perdoados e o direito de vivemos eternamente em Sua companhia.


Faça essa oração comigo e creia que Ele cuidará de você e dos seus.

Senhor Jesus, eu creio de todo o meu coração, que és o Filho de Deus, que veio a esse mundo e foi morto na Cruz do Calvário para resgatar os meus pecados. Eu reconheço que sou pecador e peço perdão a Ti pelos meus pecados. Senhor Jesus eu O reconheço como meu Salvador pessoal e quero morar nos céus com o Senhor. Toma conta de mim, dirige os meus passos e me batiza com o Espírito Santo para que eu possa testemunhar desse teu amor por mim. Eu te agradeço por me receber e me dar o direito de ser chamado filho de Deus. Amém

Se você fez essa oração eu o parabenizo, porque foi a melhor escolha de sua vida. Eu o convido a procurar uma Igreja Evangélica e começar a conhecer o que Deus tem para você. Estude sempre a Palavra de Deus, a Bíblia. Nela você encontrará tudo o que você necessita para ter uma vida vitoriosa com Cristo.

Escolhas equivocadas podem ser alteradas, quando optamos pela melhor escolha: Jesus Cristo!

Que Deus o abençoe ricamente.

Sempre juntos em Jesus.
A.Carlos

Alma cansada... por que choras?





Alma querida, sei que há pouco estavas chorando...

Por que choras, alma cansada?
sei que recordando o passado e os amigos distantes
as lembranças fluem como imensas torrentes
e isso a deixa ainda mais angustiada.

Contemplas os instantes de alegria e felicidade
que, perdidas no tempo, deixaram profundo sentimento.
Vislumbras os locais e sentes cada momento
como se fossem únicos, marcados na eternidade

Alma querida... acredite, a felicidade está te esperando!

Não há tristeza ou amargura que não desapareça.
Basta apenas um recomeço buscar
e tudo, ao equilíbrio irá retornar,
trazendo-te de volta a alegria e a esperança

O tempo é de novos objetivos almejar,
com novas amizade se entreter,
para com elas de coração aberto aprender
e de braços abertos novas vitórias alcançar

Siga em frente sem pestanejar.
O mundo à sua frente se descortina e anuncia,
um esplendor de beleza ao teu redor se irradia
convidando-te para com o Criador se alegrar

Alma cansada, deposita suas angústias aos pés do Senhor
para que Ele, em Sua misericórdia infinita, pegando-te pela mão
te conduza em segurança e agraciando-te  com a Sua comunhão
te propicie  consolo, conforto, paz, alegria e amor

Alma querida, siga em frente, sejas feliz e continue a todos abençoando!


A.Carlos