segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

SINCRETISMO EVANGÉLICO?!



SINCRETISMO EVANGÉLICO?!
O mundo precisa de Cristo. Quem se importa com as almas perdidas?



Hoje em dia ouvimos muitas mensagens nas rádios, na TV, na Internet e nos púlpitos de nossas igrejas e em muitas delas o que ouvimos chega a ser degradante (para usarmos uma palavra menos grosseira). Presenciamos isso com muita clareza em 2018 no período que antecedeu às últimas eleições em nosso país.
Multiplicaram-se informações desencontradas transmitidas pelas diversas mídias eletrônicas – as chamadas Fake News – e muitas vezes, se não tomássemos o devido cuidado, acabaríamos divulgando informações inverídicas.
Conheço pessoas que se indispuseram com amigos e familiares simplesmente por não concordarem com as ideias dos adversários políticos de seu candidato. Infelizmente, isso acabou ocorrendo comigo quando, quebrando uma de minhas regras neste quesito, decidi tecer alguns comentários em uma de minhas redes sociais sobre a liberação de um condenado e o comportamento inercial do atual presidente da República Federativa do Brasil ao qual elegemos simplesmente para impedir que o partido do condenado voltasse ao poder.
Não são poucas as mensagens que recebo com denúncias sobre políticos, pastores e igrejas. Tenho adotado o seguinte procedimento (não digo que seja o mais apropriado, apenas é o que normalmente utilizo): tomo conhecimento e me reservo o direito de não repassar as informações recebidas. Penso que agindo assim acabo evitando dissabores maiores, como o ocorrido recentemente ou de ficar me retratando ou acusando indevidamente pessoas ou instituições que seriam inocentes, pelo menos nos casos mencionados.
            Podem me acusar de omisso nessa questão. Eu não me importo.  Vivemos em um país democrático e com liberdade de expressão e pensamento. Aos que pensarem assim a meu respeito, peço suas orações em meu favor.
            Às vezes recebo uma mensagem altamente espiritual pela manhã e no mesmo dia, o mesmo contato me envia outro com denúncias sobre partidos políticos e seus membros; links para um vídeo de acidente automobilístico, da morte de um marginal ou de alguma vítima de balas perdidas..., e coisas assim.            Ao final do dia, depois de receber mensagens tão variadas, não sei bem se o meu contato é “tão” espiritual ou “tão” mundano: “tão” ligado nas coisas do Espírito ou “tão” ligado com as questões físicas, materiais ou sociopolíticas que fazem parte do nosso dia a dia.
            Creio que devemos denunciar os abusos. Não critico quem age assim, apenas prefiro não me envolver nessas questões que, no meu caso especifico não me edificam em nada e nem ajudam a me tornar um cristão melhor.
            As falcatruas, omissões e irresponsabilidades governamentais existem, sempre existiram e vão continuar existindo, e todos sabem disso e não venham tentar me dizer que o melhor é votar em nossos “irmãos” evangélicos, pois sendo “tementes” a Deus eles farão o melhor possível pelo povo de Deus e pela causa do Evangelho.
            Nem vou entrar no mérito dessa questão. Basta verificar a medíocre atuação de nossos “irmãos” na política nacional e constatar que na sua grande maioria eles também são, desculpe a expressão, “farinha do mesmo saco” que os corruptos que estão nos gabinetes de todas as esferas governamentais, participando dos mesmos golpes financeiros e manipulações que é melhor nem comentar.
            Para muitos, o pastoreio das igrejas locais não representa mais o chamado de Deus para suas vidas, agora eles precisam demonstrar os seus “talentos” em cargos eletivos. E temos até “apóstolos” que se candidatam. Isso é uma vergonha para aqueles que dizem ter tido um chamado real de Deus para o ministério pastoral. Pobres ovelhas que são conduzidas por esses “homens de Deus”, pois eles apenas apascentam-se a si mesmos e a seus familiares.
            Preocupa-me ver que, atualmente, uma grande parcela do povo de Deus está mais preocupada com as ruas de ouro prometidas no Livro do Apocalipse, do que alcançar vidas para Jesus, mas ainda prefiro a minha parte em vidas alcançadas para o Senhor. De que nos adianta andar em ruas de ouro se não tivermos quem nos acompanhe?
            Mas apesar de crer dessa maneira, busco alertar a todos no tocante a terem uma vida integra e temente ao Senhor, como se o dia do Seu retorno fosse hoje.
            Sei que não sou o único a pensar dessa maneira. Seria muita pretensão pensar assim. Assim como muitos que não se dobraram diante de “Baal” nos tempos do Profeta Elias, temos hoje em dia muitos irmãos e irmãs que não se dobram diante das dificuldades e perigos e procuram cumprir o IDE de Jesus (Mc 16.15) até mesmo com o preço da própria vida.
            Assim como eles, meu coração também sangra, e muito, pelas almas perdidas, não apenas por aquelas que se encontram em lugares onde há perseguição declarada aos cristãos, mas choro também e principalmente pelos que moram à nossa volta, na nossa “Jerusalém”.
            Você deve estar se perguntando: “Mas o que essa introdução tem a ver com “Sincretismo Evangélico”?”.
            Tudo eu repondo! Muitos estão seguindo diretamente para o Inferno sem que ouçam uma única palavra que os alerte acerca da necessidade da Salvação em Jesus Cristo. Quando ouvem, ela se direciona apenas às conquistas financeiras, a restauração da saúde ou até mesmo ao retorno de algum amor que se foi e agora se encontra em outros braços; disse conquistas porque aquilo que eles (esses pregadores e seus seguidores) chamam de bênçãos, podem muitas vezes não passar de pratos de lentilhas oferecidos pelo Inimigo aos que se deleitam nesses prazeres, pois estão sempre envoltas na necessidade da troca financeira. A “bênção” está diretamente ligada à quantidade de “ofertas voluntárias” concedidas. O Senhor os julgue na medida de seus “méritos”.
            Para alcançarem seus escusos interesses, esses líderes são capazes de praticar um verdadeiro sincretismo religioso que em nosso caso podemos chamar de “sincretismo evangélico”. Vendem o que podem e praticam o que podemos chamar com tristeza no coração, de “boacumba”, pois trouxeram para dentro de nossas igrejas práticas que eram apresentadas apenas nos terreiros de umbanda dentre outras seitas anímicas que pululam pelos quatro cantos do Brasil.
            Ao longo da maior parte do Antigo Testamento vemos que práticas pagãs eram comuns no meio do povo de Deus e foi esse o principal motivo dos juízos divinos contra Israel e contra Judá. Ao lermos, principalmente os profetas menores: Oseias, Joel, Amós, entre outros – não apenas eles – fica evidente essa situação. Para eles, essas práticas ficam ainda mais claras, pois a rebeldia dos judeus em relação à Palavra de Deus e o prazer com que adoravam outros deuses e se entregavam a eles, mesmo diante dos alertas divinos era impressionante.
            Infelizmente, em nossos dias estamos vivendo algo parecido e com um agravante: para o povo da Antiga Aliança as manifestações do Messias eram apenas sombras do que viria acontecer quando ele se revelasse, ao passo que na Nova Aliança sabemos perfeitamente como Jesus veio a esse mundo para salvá-lo e como deixou expresso em Sua Palavra o que de fato acontecerá quando voltar para levar (resgatar) o Seu povo, para com Ele viver eternamente.
            A Palavra de Deus nos diz que “o mundo jaz no maligno” (I Jo 5.19) e vemos o espelho disso em nosso país. Quer saber quando isso acontece?
            1) Quando a apresentação de um filme – “Nosso Lar” –  mostrando uma falsa realidade do mundo espiritual alcançou recordes de bilheteria e de arrecadação, sendo visto por mais de 1 milhão de espectadores em apenas cinco dias de apresentação e foi até cogitada a possibilidade de apresentá-lo como o representante do cinema nacional para concorrer ao Oscar daquele ano;
            2) Quando pseudos pastores se arvoram no direito de serem chamados “apóstolos” e mobilizam multidões sem fim para suas marchas que buscam elevar o próprio ego;
            3) Quando pseudos missionários levantam impérios e fortunas incalculáveis sem manter um único missionário que seja e em cujas igrejas a palavra evangelismo é coisa ultrapassada, faz parte de um vocabulário esquecido; o que importa de fato é distribuir seus carnês de associados que visam financiar os programas “evangelísticos” na TV, e é claro, os carros de luxo e os aviõezinhos particulares que os ajudam na melhor ”propagação” do Reino de Deus;
            4) Quando pseudos homens de Deus buscam construir templos suntuosos que fariam o Templo construído pelo rei Salomão ficar parecido com as barracas de lona que os verdadeiros evangelistas norte-americanos montavam há 50, 60 anos atrás em nossas praças públicas pregando única e exclusivamente a mensagem de Salvação que há em Jesus Cristo.
            5) Quando um pseudo homem de Deus (sem entrarmos em maiores detalhes sobre a construção da réplica do Templo de Salomão e dos filmes sobre a vida do líder “espiritual” dessa entidade religiosa que só é aceita como evangélica por algumas denominações e lideranças evangélicas por ter entre os seus “fundamentos” que a Bíblia é sua regra de fé e de prática) ilude seus fieis com falsas promessas de prosperidade caso passem pelos seus “vales de sal”, comprem suas “águas do rio Jordão” e agora artigos judaicos ligados ao “templo”, como se fossem práticas bíblicas. Na verdade, faz do sincretismo religioso (evangélico) a sua maior propaganda. Não bastasse toda essa distorção intencional da Palavra de Deus ainda tem ao lado desta aberração arquitetônica, uma loja para vender seus souveniers: menorás, talit (chalé de oração judaico), mezuzás, etc., semelhantemente às Igrejas Católicas com seus santinhos e imagens.
            6) Quando o liberalismo vem tomando conta de muitas igrejas, antes compromissadas com a Palavra de Deus e hoje, reféns das novidades de alguns líderes que desejam transformar essas igrejas em extensão dos locais mundanos que frequentavam ou continuam frequentando, alegando, que assim agem para alcançar as almas, mas na verdade não passam de mentirosos como os descritos ao longo de toda a Bíblia, pois tratam as coisas de Deus como se fossem mundanas e as coisas espirituais como se nada fossem. Isso sem falarmos nos dons espirituais garantidos aos crentes, que para esses adeptos do liberalismo teológico não passam de emocionalismo barato, aceitos apenas para os incultos que não “conhecem” a Bíblia como eles.

            O mundo não precisa de sincretismo evangélico, contemplação de suntuosas construções ou satisfazer a vaidade dos líderes evangélicos atuais. O que o mundo de fato precisa é da salvação que há somente em Cristo Jesus.
            Não importa que as Escrituras nos digam que as coisas irão piorar e que a maioria dos homens irá para o Inferno. Aos que amam a Verdade que há em Cristo Jesus essas coisas não importam. O que importa são as almas que conseguimos tirar das garras do diabo. Dia após dia devemos “saquear” a antessala do Inferno que se chama planeta terra, tirando das mãos do Inimigo quantas almas conseguirmos.
            Em minha pobre opinião, essa é a atitude de todo cristão autêntico, o que passa disso, desculpe o linguajar, é conversa fiada, conversa “para boi dormir”.
            Vivemos nesse mundo, mas não fazemos parte dele. Temos nossos compromissos, responsabilidades, deveres e direitos sociais, mas o nosso principal compromisso é com a Palavra de Deus e com a pregação do genuíno Evangelho a todas as criaturas, como nos ORDENOU o Senhor Jesus para fazermos.
            Mensagem de Deus que não conduz à busca de santificação ou não passa pelo Sacrifício do Senhor Jesus na Cruz do Calvário, não é mensagem de Deus é texto de autoajuda e a Bíblia não é um livro de autoajuda, é a mensagem de um Deus amoroso e misericordioso que não mediu “esforços” para salvar e resgatar o que se havia perdido: eu você e toda a humanidade, e para isso não poupou seu Único Filho, preferindo antes entregá-Lo para morrer pelos nossos pecados e assim permitir que novamente pudéssemos ter acesso à Sua presença.
            Precisamos voltar ao Evangelho Puro o mais brevemente possível, pois se continuarmos da maneira em que estamos, de fato o Senhor voltará brevemente e muitos que poderiam ter alcançado a salvação acabarão perecendo no Inferno por nossa única e exclusiva culpa.
            Que o Senhor continue nos dando graça para realizarmos a obra que depositou em nossas mãos e nos dê ousadia e intrepidez para anunciar a Sua Palavra a todos que nos cercam e que cruzem o nosso caminho sem invencionices ou preocupação em desagradar os que pensem e agem diferentemente, crendo que a Bíblia não passa de um livro como outro qualquer e não como a genuína Palavra de Deus.
            O mundo não precisa de sincretismo religioso. O mundo precisa de Jesus Cristo e o Reino de Deus, de almas resgatadas para Ele!
            Sempre juntos em Jesus.
            Antonio Carlos da Cunha, aprendiz de servo.


Cristão participa do carnaval?


Cristão participa do carnaval?

O que representa o Carnaval para o Cristão?





Ao iniciarmos essa reflexão gostaríamos de deixar claro que por “cristão”, entendemos aquela pessoa que teve um encontro verdadeiro com Cristo e que “nasceu de novo” Para essa pessoa, que deseja permanentemente ter intimidade com Deus necessário se faz, que abandone todo envolvimento com aquilo que possa impedir que essa aproximação se efetive.
O apóstolo Paulo nos ensina que é impossível haver comunhão entre luz e trevas (2Co 6.14).
No Antigo Testamento, Deus diz ao povo que pelo fato dEle ser Santo, haveria a necessidade de que o povo também o fosse (Lv 11.45).
Em Dt 20.16-18, Deus ordenou ao povo hebreu que destruísse todo ser vivente das nações que eles haveriam de conquistar.
Qual seria a intenção de Deus ao ordenar essa matança generalizada? Logo Ele que é a personificação do amor!

Com essa atitude Deus queria:
1)    Mostrar Sua justiça diante de um povo pecador.
Povo dado a toda espécie de promiscuidade sexual e moral; que mantinha prostitutas rituais dentro dos templos de seus deuses; que eram dados à idolatria e aos sacrifícios humanos e que chegavam ao ponto de, muitas vezes, oferecerem os próprios filhos a Moloque (Lv 18.21) e cujos atos nada que fosse útil poderia ser ensinado ao povo de Deus.
2)    Demonstrar Sua indignação diante do pecado, cujo salário é a morte (Gn 2.17 e Rm 6.23).
3)    Poupar o povo hebreu de pecar como acontecia àquelas nações e que através de sua separação poderia cumprir a missão messiânica que faria dele uma nação sacerdotal e uma bênção para todas as nações da terra.
O povo de Deus deve – em todos os tempos – ser santo, mas especialmente naquela época deveria não apenas ser diferente, mas também separado de todos os outros povos, a fim de pertencer exclusivamente a Deus (Ex 19.5).
Uma das razões pela qual Deus castigou o Seu povo com os cativeiros (Assíria e Babilônia) foi por causa de seu obstinado apego à idolatria e ao modo pecaminoso de vida dos povos vizinhos.
Em Josué 23.12,13 e Números 33.51-55 Deus disse ao povo que se eles se desviassem dEle e fizessem aliança ou se misturassem com aquelas nações, Ele não mais os expulsaria do meio de Israel, mas que eles (esses estrangeiros) seriam por laço e rede para o povo de Deus.
João nos adverte que se amarmos o mundo e as coisas que nele estão o amor de Deus não estará em nós (1 Jo 2.15,16).
Em Mt 5.13-18 Jesus nos ensina que somos Sal da terra e luz do mundo e é necessário  que através de nossas obras todos venham a glorificar a Deus.
Em Efésios 4.17-5.22, Paulo nos ensina como devemos nos comportar diante dos costumes gentios e como devemos nos afastar do pecado para nos aproximarmos de Deus.
Em Gálatas 5.16-25, Paulo expõe as obras da carne e o fruto do Espírito.
Vejamos as obras da carne que estão representadas no carnaval.
1-    PROSTITUIÇÃO: imoralidade sexual de todas as formas (Mt 5.32;19.9; At 15.20,29;21.25; 1Co 5.1).
2-    IMPUREZA: pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).
3-    LASCÍVIA: sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).
4-    IDOLATRIA: adoração de espíritos (entidades do candomblé, umbanda e cultos afros são expostos descaradamente), pessoas ou ídolos e também a confiança em uma pessoa, instituição ou objetos como se tivessem autoridade igual ou maior que Deus e Sua Palavra (Cl 3.5).
5-    FEITIÇARIAS: Magia negra, adoração de entidades demoníacas, uso de drogas e outros materiais utilizados na prática da feitiçaria (Ex 7.11; 8.18; Ap 9.21; 18.23).
6-    INIMIZADES: intenções e ações fortemente hostis; antipatias e inimizades externas.
7-    PORFIAS: brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 11.3.3).
8-    EMULAÇÕES: ressentimento, inveja amarga pelo sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3).
9-    IRAS: ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8).
10- PELEJAS: ambição egoísta e cobiça de poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17).
11- INVEJAS: antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos ou queremos.
12- BEBEDICES: descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante e podemos colocar também drogas ilegais que alteram o comportamento do usuário.
13- GLUTONARIAS: diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.
As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do reino de Deus, isto é, da salvação (Gl 5.21).
Muitos textos poderiam ser mencionados para demonstrar a necessidade do povo de Deus separar-se não somente desta festa diabólica chamada carnaval, que longe está daquelas festas medievais que precediam a uma abstinência de carne de animais durante um período de tempo com finalidades religiosas. Hoje a “festa da carne” propaga a libertinagem, o consumo de drogas, a imoralidade em grande escala, a prostituição, a lascívia, consumo de bebidas alcoólicas de forma desenfreada, reverência a deuses pagãos (orixás e coisas que o valham). Nestes dias as chaves da cidade são entregues “simbolicamente” ao rei do carnaval, “Momo”, para governá-la. É como se disséssemos: “Por favor traga-nos um pouco de diversão, porque não aguentamos viver o tempo todo voltados para Deus!”
Para muitos, esses dias são a maneira encontrada para extravasar seus apetites pecaminosos.
Alguns vão para os locais de desfile para participarem ou simplesmente assistirem.
Para alguns é um espetáculo de rara beleza, para outros a oportunidade de se “liberarem das pressões” causadas pelas lutas do dia a dia.
Outras pessoas não têm a coragem de participar ativamente, por essa razão ficam em suas casas acompanhando pela televisão.
Jesus disse (Mt 6.22,23) que os olhos são a candeia do corpo e se eles forem trevas ao invés de luz, como será então o nosso corpo? Com isso Ele quis dizer também que os olhos são as janelas do corpo: O pecado começa pelo olhar, depois manifesta-se na mente e coração através do desejo e por fim consuma-se pela execução do prazer (Gn 3.6), porque o pecado tem pelo menos 3 características segundo Gn 3.4-7:
1-    É AGRADÁVEL AOS OLHOS;
2-    DÁ PRAZER NO ATO DE PRATICÁ-LO; e
3-    INFLUENCIA OS OUTROS. (O pecador não consegue permanecer sozinho no seu erro, mas o seu desejo é de que o mal se propague).

Quando pegamos a ladeira do pecado, dificilmente conseguimos parar!

A Palavra de Deus nos adverte que “os olhos do Senhor estão em todo lugar” (Sl 33.13), dessa forma, se ficarmos “contemplando” os desfiles de carnaval ou prostituição visual, estaremos sendo coniventes com o pecado e nós, enquanto crentes e tementes a Deus, somos ou pelo menos deveríamos servir de exemplo, como diz Pedro: Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz, a vós que, em outro tempo, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.” (1Pe 2.9,10)

Ao analisarmos determinadas situações a que estamos sujeitos nos dias atuais, a dúvida que vem à nossa mente é: “será que isso está escrito na Bíblia?” No caso específico do carnaval, não vamos encontrar uma proibição bíblica com o título“ O CARNAVAL É PROIBIDO”, mesmo porque o mesmo não existia com as mesmas características dos dias atuais.
Pelo que pudemos analisar brevemente, vimos que o carnaval não contém nada que posso edificar o cristão, ao contrário, o que acontece durante os dias de sua realização estão, estes sim, definidos como pecados diante de um Deus Santo que não pode de maneira alguma compactuar com um festival de obscenidades e depravação dos padrões éticos e morais exigidos pelas pessoas de caráter.
Se o cristão tiver dúvidas em relação ao seu posicionamento diante dessa abominação, o conselho bíblico é: “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto: e ser-lhe-á dada.” (Tg 1.5)
Agora, se o “cristão” não encontra problemas em assistir, participar ou comentar prazerosamente a tudo isso, o conselho bíblico também é claro a respeito:  “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se. E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas. Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira. Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas. Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã.” (Ap 22.11-16)

Sempre juntos em Jesus.
Antonio Carlos, aprendiz de servo



domingo, 1 de dezembro de 2019

REVISTA PROCURANDO OS PERDIDOS - ANO I - Nº 10


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Carta ao leitor

Graça e paz!
 “O entendimento, para aqueles que o possuem, é fonte de vida; mas, para o insensato, a sua estultícia lhe é castigo”. (Pv 16:22).
E o que vem a ser “entendimento”? Entendimento é a capacidade que temos para avaliar as coisas, para compreendê-las e isso nos leva ao significado de compreensão: Compreensão é um processo psicológico que indica o entendimento do significado de algo. De acordo com a taxonomia de Bloom, é uma das habilidades do domínio cognitivo que solicitam a interpretação de um contexto, ou imprimem, a ele, um significado.
Talvez, “interpretar o contexto” do que vem ocorrendo no seio da igreja de algumas décadas para cá, seja a maior dificuldade do povo de Deus. A Palavra de Deus em Isaías 5:13 diz que o povo estava sendo levado cativo porque lhe faltava entendimento, ou seja: viam tudo o que estava acontecendo, mas acreditavam que eram coisas normais e que não estavam contrariando a Deus. O mesmo vem ocorrendo com o corpo de Cristo: Muitos são levados pelos ventos de doutrinas que surgem a todo instante e dão a elas um caráter divino; quando não passam de exteriorizações mentais de líderes que pouco ou nada compreendem das Escrituras, são artimanhas que são postas em prática de forma deliberada com o único propósito: alavancarem vantagens financeiras e poder a esses líderes.
Sincretismo é a reunião de doutrinas diferentes, com a manutenção de traços perceptíveis das doutrinas originais. Possui, por vezes, certo sentido pejorativo na questão da artificialidade da reunião de doutrinas teoricamente incongruentes entre si. Normalmente víamos esse tipo de união entre o Catolicismo Apostólico Romano e as religiões africanas, mas infelizmente, esse comportamento tem sido recorrente no meio evangélico e por essa razão decidimos falar sobre o “Sincretismo Evangélico” nesta Edição. Tão danoso quanto as seitas que surgem a todo instante, esse tipo de religiosidade tem feito com que boa parte das igrejas seja composta de crentes desnutridos e mais voltados para crendices populares do que para o que nos ensina a Palavra de Deus.
Falta-lhes entendimento para perceberem que estão sendo enganados por seus líderes. São cegos que estão sendo guiados por líderes cegos e sem caráter. Mas para esses liderados o que de fato importa é se sentirem bem, mesmo que o que pratiquem os distancie do verdadeiro propósito da igreja: estabelecer o Reino de Deus, com o fim de alcançar vidas para este reino.
Na “Reflexão da Semana” com o título: “Presença de Deus”, perceberemos que apesar de congregarmos regularmente em uma igreja local, de lermos a Palavra e termos comunhão com os irmãos, podemos muitas vezes estar tendo dificuldades para perceber que Deus está de fato ao nosso lado. Isso aconteceu com Jacó e pode acontecer com qualquer um de nós. Que visão temos tido da presença de Deus em nossas vidas? Aprendamos com ele a identificarmos a presença divina em nossas vidas e sejamos transformados como ele também o foi no Vale de Jaboque.
Não deixe de enviar suas críticas, elogios e sugestões pelo email contato@procurandoosperdidos.com.br ou através de nossas redes sociais. Sua opinião e sugestões são extremamente importantes para que possamos melhorar cada vez mais as informações que disponibilizamos por aqui.
Boa leitura!
Sempre juntos em Jesus.
Antonio Carlos, aprendiz de servo.

sábado, 2 de novembro de 2019

REVISTA PROCURANDO OS PERDIDOS - ANO I - Nº 09


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Carta ao leitor
Graça e paz!
A cada dia que passa, novas portas se abrem para que a Palavra de Deus seja comunicada tanto a crente quanto a descrentes.
Nessa expansão, feita muitas vezes de forma desordenada e sem critérios bíblicos, o que temos presenciado em grande parte dessas “portas/ministérios” são as mais absurdas e estapafúrdias manifestações do conhecimento humano em detrimento à Palavra de Deus. Em muitos o desconhecimento parece ser total, em outros não é a falta de conhecimento que dirige os passos de seus líderes e liderados, mas uma confusão exacerbada daquilo que se espera de um local que deveria primar pelo Louvor e adoração a Deus e exposição sem máculas das verdades contidas nas Escrituras Sagradas.
Essa triste constatação vem se tornando mais evidente com o passar dos anos e o desejo dos crentes de buscarem em todos os níveis muito mais uma identificação com o mundo – que dizem ter abandonado – e com suas práticas, do que com um compromisso sério com a mensagem dos Evangelhos. Alegam em seu favor que assim agem para alcançar as almas perdidas, mas se esquecem de que o que de fato faz com que os descrentes se percebam pecadores e necessitados de salvação é enxergar em seus colegas a diferença que a Palavra de Deus operou em suas vidas depois que eles tiveram um encontro pessoal com Cristo.
Para muitos desses grupos, ser crente não é diferenciar-se dos não crentes, mas identificar-se com eles e demonstrarem sua fé apenas entre as quatro paredes da igreja em que congregam. Bebidas, tatuagens, amor livre, baladas gospel, piercing e liberalidade são comuns na vida desses “crentes”. Parece não haver limites para toda essa liberdade teológica, supostamente amparada nos textos bíblicos..
As novidades surgem a todo instante, sempre com afirmação de tratar-se de uma “nova visão”, um “novo projeto” ou algo impensado até então pela liderança das igrejas locais, mas esse “novo” vem sempre carregado das “antigas” heresias e distorções que, infelizmente estão levando muitos crentes sinceros a abandonarem as fileiras de algumas igrejas por não concordarem com essas práticas.
Muito importante para uma análise atual do comportamento de muitas igrejas e grupos tidos como evangélicos e respaldados na Palavra de Deus é o comentário emitido pelo irmão Almir dos Santos Gonçalves Júnior em 1995 no seu livro “Quando a Igreja Fracassa- Sinalizando à igreja sobre alguns perigos modernos que podem levá-la ao fracasso” acerca do perigo que estamos correndo quando deixamos que a Igreja, muitas vezes sem o perceber, perca a sua identidade com  os ditames bíblicos.
O texto que extraímos e que serviu de Matéria de Capa para esta Edição, refere-se a um dos tópicos analisados pelo irmão sobre algumas formas pelas quais a Igreja perde a sua identidade
Na “Reflexão da Semana” com o título: “Será que estamos levando a sério o evangelho do Senhor Jesus?” veremos que uma forma de Cristianismo ou de pregação do Evangelho, cada vez mais espelhadas nos moldes mundanos e distanciadas do que realmente a Palavra de Deus nos ensina e nos exorta a viver está atraindo equivocadamente muitos cristãos. Suas frases de efeito, relacionadas com a Palavra de Deus estão por toda parte. São verdadeiros tratados de marketing, dignos de mentes altamente capacitadas, para atrair a atenção daqueles que as leem
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Antonio Carlos, aprendiz de servo.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

REVISTA PROCURANDO OS PERDIDOS - ANO I - Nª 08


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Carta ao leitor
Graça e paz!
Certa feita um abençoado e reconhecido Homem de Deus em uma de suas aulas no Seminário Batista no qual me bacharelei em Teologia, nos brindou com uma de suas muitas pérolas. O assunto girava em torno do chamado para o ministério pastoral. O tema surgiu em razão da grande quantidade de ministérios que já naqueles idos anos do final do século passado, se abriam semanalmente nas diversas regiões do país, e muitos deles eram dirigidos por pastores muito jovens e alguns até sem uma formação teológica convincente. Este sábio pastor perguntou a opinião de cada um de nós a respeito. Emitimos nossas “proeminentes” opiniões e ao final, nosso mestre ficou em silêncio por alguns instantes. A classe, como se houvesse combinado, em uníssono perguntou-lhe qual seria a sua opinião a respeito do “atual” chamado pastoral. Ele simplesmente sentenciou: “Infelizmente, vivemos dias em que no ministério pastoral há poucos escolhidos, mas muitos oferecidos”.
Acredito que em meus quase vinte e seis anos de conversão nunca esse pensamento de nosso querido e saudoso Pastor Eneas Tognini faça tanto sentido como nos dias atuais.
Alguns irmãos assumem o púlpito de suas igrejas para dirigi-las sem a necessária qualificação moral, espiritual ou teológica, mas simplesmente por agradarem a seus líderes com suas palavras e ações “lisonjeiras”. A esse respeito, em Romanos 16:18, o apóstolo Paulo, nos adverte e nos orienta a nos precavermos. Podemos perceber claramente algumas características nesses novos líderes: Não há unção, não há ensino, não há poder, não há vida no altar e muito menos vida em suas mensagens e em razão disso, aqueles que os ouvem estão morrendo aos poucos por falta do principal alimento espiritual para nossas almas: A Palavra de Deus como Ela de fato é e não como alguns de nossos pseudos mestres e pregadores atuais desejam transformá-La. De quem será a culpa?  De Deus? Certamente não! Já passou da hora de olharmos com mais amor e temor para a obra que Deus nos confiou e a quem estamos entregando o púlpito de nossas igrejas.
Charles Handdon Spurgeon não era um homem assim. Seu chamado ao ministério caracteriza-se por uma entrega total ao desejo quase que desesperado de ganhar almas para Cristo. Seus sermões eram ouvidos por milhares de pessoas e centenas de almas pecadoras entregavam suas vidas a Jesus, porque suas palavras eram fiéis à Palavra do Deus Vivo que o havia chamado.
Na Edição deste mês conheceremos um pouco da biografia daquele que os homens aclamam de o “Príncipe dos Pregadores”, mas para Deus, Charles Spurgeon era antes de tudo, o “Príncipe dos Joelhos”, daí o segredo do estupendo êxito de sua vida ministerial.
Na Reflexão do mês, com o tema: “O Perdão – Acenda essa chama!”, trazemos uma das inumeráveis reflexões de C. S. Lewis, mais um gigante da Teologia contemporânea. Segundo ele, ao pronunciarmos o trecho "Perdoa as nossas dívidas, as­sim como perdoamos aos nossos devedores", da oração que o Senhor nos ensinou, passamos a compreender melhor que “Não há a menor insinuação de que exista outra maneira de obter­mos o perdão”, pois, “Está perfeitamente claro que, se não per­doarmos, não seremos perdoados. Não há alternativa.”.
Não deixe de enviar suas críticas, elogios e sugestões pelo email contato@procurandoosperdidos.com.br ou através de nossas redes sociais. Sua opinião e sugestões são extremamente importantes para que possamos melhorar cada vez mais as informações que disponibilizamos por aqui.
Boa leitura!
Sempre juntos em Jesus.
Antonio Carlos, aprendiz de servo.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

NOTA DE ESCLARECIMENTO - Como me vejo na obra de Deus



Nota de esclarecimento:
Como me vejo na obra de Deus.

            Graça e paz!
Em razão do considerável número de pessoas que têm me seguido pelas diversas redes sociais que administro e das Revistas que disponibilizo mensalmente através do Projeto Procurando os Perdidos, preciso esclarecer alguns pontos que para muitos possam parecer de somenos importância, mas que para mim são de imenso valor pessoal.
            Não poucas vezes me vi impulsionado a criticar a posição adotada por alguns líderes cristãos que não satisfeitos com o título de pastor ou pastora, por conta própria, e em alguns casos apoiados por seus liderados, decidiram intitular-se “apóstolos” e “apóstolas”.
            Desnecessário mencionar novamente que os que adotaram esse sistema ou preferiram andar por esse caminho de pura vaidade, não encontram embasamento bíblico para isso. Mas esse meu posicionamento servirá apenas de pano de fundo para o que escrevo a seguir.
            Com todo ser humano, algumas coisas me incomodam mais e outras menos, mas uma das que me incomodam profundamente é quando recebo títulos de que não me acho merecedor, por essa razão decidi tornar público esse incômodo.
            Pelo fato de eu ter me bacharelado em Teologia em um Seminário Batista, ter escrito alguns livros com temas teológicos, participar como cooperador digital de atividades missionárias na Igreja em que congrego ou por editar e disponibilizar mensalmente uma Revista Teológica, muitas pessoas, carinhosamente ou até mesmo pelo fato da minha formação teológica, decidiram me chamar de pastor ou homem de Deus em muitas de minhas postagens ou mensagens via Whatsapp.
            Quero agradecer a todos que carinhosamente assim me intitulam, apesar de eu sempre ter negado a ambos os títulos.
Todavia, venho esclarecer porque os nego: simplesmente porque não sou nem uma coisa nem outra: não sou pastor e nem me considero homem de Deus, pois ambos os títulos carregam em si uma carga de santificação e comprometimento com a obra de Deus que nem de longe eu tenho.
O que faço para a obra missionária, não se relaciona a projeção pessoal, mas o faço simplesmente por três motivos que se interligam:
1) Amor a Deus;
2) Reconhecer o esforço de abnegados missionários que pessoalmente conheço ou de Agências Missionárias que reputo sérias e comprometidas com a ordenança de Jesus em relação ao IDE, procurando, na medida do possível, colaborar com eles, divulgando as atividades de seus projetos;
3) Alcançar os perdidos que não conhecem a Cristo.

Não sou mais um pregador de púlpito. Meu tempo nesse tipo de divulgação do Evangelho já passou e se no passado fui ou não aproveitado ou se eu mesmo o negligenciei isso não vem ao caso neste momento. Certo é que não me acho à altura deste propósito divino. Existem muitos irmãos que se dedicam a esse chamado.
Não sendo pastor, homem de Deus ou pregador, o que de fato me considero? Aprendiz de servo, como assino em todas as minhas publicações ou simplesmente mais um filho de Deus, graça essa, alcançada pela misericórdia divina quando entreguei minha vida ao Senhor Jesus.
Definitivamente, não precisamos de títulos para servir a Deus dentro ou fora da igreja local. Para Deus, importa mais o que fazemos e não do nos rotulam.

Diante de tudo que expus, gostaria encarecidamente de pedir a todos os meus amigos (as) que não utilizem mais esses títulos em relação a mim, use-os apenas àqueles que de fato o merecem.
Sempre juntos em Jesus.
Antonio Carlos, aprendiz de servo.

sábado, 31 de agosto de 2019

REVISTA PROCURANDO OS PERDIDOS - ANO I - Nº 07


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Carta ao leitor
Graça e paz!
Infelizmente, parece que o alerta do apóstolo Paulo aos Coríntios nunca foi tão atual: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.” (I Co 15.33)    
Muito embora as estatísticas apresentem dados positivos em relação ao crescimento do número de Evangélicos no Brasil, as expectativas de um futuro promissor com crentes firmados na Palavra e maduros na fé no seio da Igreja não se mostram positivas na mesma proporção dos dados apresentados.
            Cada vez mais nos deparamos com “Mensagens” proferidas em nossos púlpitos como se fossem dadas por Deus, “diretamente do Espírito Santo” como justificam seus pregadores. Todavia, o que vemos na verdade é a carnalidade imperando em muitos desses púlpitos e o resultado disso é o afastamento de muitos de seus ouvintes do rol de membros das Igrejas.
            Alguns mais “espirituais” dirão: “Saíram porque não eram dos nossos”; outros enfatizarão que “não eram crentes sinceros, por isso nos abandonaram”; haverá ainda aqueles que lhes imputarão pecados de toda ordem para justificarem o afastamento. Acusadores de plantão nunca faltarão no meio do povo de Deus!
            Assim como tem crescido o número de Igrejas e “sub igrejas” que surgem a todo instante (fruto de líderes dissidentes e de pseudos “homens e mulheres de Deus” que em breve se auto definirão não apenas como “apóstolos” e “apóstolas”, mas como semideuses), assim também tem aumentado assustadoramente o número de desviados no seio da Igreja. Creio que já passou da hora de nos perguntarmos: Onde estamos errando? O que tem feito com que esses irmãos que caminhavam conosco se afastem não somente do rol membros, mas de tudo que se relacione ao Cristianismo?
            Na Matéria de Capa desta Edição apresentamos uma reflexão sobre os motivos que têm levado tantos irmãos e irmãs a se afastarem do Evangelho. Foi publicada originalmente em 2012, mas permanece muito atual.
Na Reflexão do mês: “O cuidado de Deus quando nos afastamos dEle”, veremos alguns dos motivos que fazem com que muitos se afastem de Deus.  Comprovaremos que Deus nunca nos desampara e sempre nos orienta como devemos proceder para que possamos reatar nossa comunhão com Ele.
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Sempre juntos em Jesus.
Antonio Carlos, aprendiz de servo.
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